4 de março de 2010

Pesquisadores desenvolvem método para evitar ressaca

Whisky Existem várias receitas caseiras que as pessoas inventam e repassam aos companheiros de copo para se evitar a indesejável ressaca. Essas fórmulas vão desde beber água de côco até se alimentar muito antes de beber. O Catarino já abordou esse assunto muito bem no blog dele. Mas agora um grupo de cientistas sul-coreanos da Universidade Nacional de Chungnam trazem uma novidade: uma bebida que não dá ressaca. O segredo? Oxigenar a bebida.

Segundo os pesquisadores, oxigenar bebidas como o whisky, por exemplo, reduz a concentração de álcool no sangue, fazendo com que a pessoa fique sóbria mais rapidamente, além de provocar a diminuição dos sintomas da famosa ressaca. Para comprovar o estudo, eles utilizaram o soju, a pinga deles, tanto normal como a versão oxigenada, e submeteram voluntários aos testes.

Não sei se vou agradar alguns, mas a melhor forma de evitar ressaca é não beber, não é mesmo? Mas, já que dizem que não se fazem amigos bebendo leite…

Ah, ia me esquecendo: será que os pesquisadores brindaram e tomaram umas após a conclusão da pesquisa?

Fonte: Metro

Leia mais...

22 de fevereiro de 2010

Fiasco Awards 2010, o prêmio dos piores na tecnologia

Premio Fiasco 2010 O site espanhol Fiasco Awards pré-selecionou oito projetos atuais na área de tecnologia para concorrer ao prêmio Fiasco Awards 2010. Dentre esses projetos estão o Google Wave, serviço lançado em maio do ano passado que mistura rede social, e-mail e outras funcionalidades num só lugar. Segundo o site, a ferramenta é muito lenta e possui interface complexa demais para usuários novatos.

ipad-apple

Outro candidato é o recém lançado IPad, o famoso tablet da Apple. Os problemas que o levaram à indicação, ainda segundo o site, são a incompatibilidade com softwares não desenvolvidos pela Apple, a ausência de câmera e entradas USB, teclado virtual desconfortável, entre outras coisas.

Ainda na lista estão:

  • a interatividade da TV digital;
  • o serviço de vídeo chamadas de telefones celulares;
  • o HD-DVD;
  • a DRM, termo usado para designar as tecnologias desenvolvidas para controlar os direitos autorais de mídias em geral;
  • o PSP GO!, vídeo-game portátil da Sony;
  • o XING, rede social empresarial.

E aí? Na sua opinião, qual destes merece o prêmio? Se você tem um “preferido”, pode votar lá no Fiasco Awards. O site possui tradução para vários idiomas, e a votação só vai até o dia 10 de março.

E quanto ao meu escolhido, eu ainda não me decidi…

Leia mais...

10 de fevereiro de 2010

A polêmica cirurgia que elimina o latido dos cães

Cao A algum tempo atrás, mais precisamente em outubro do ano passado, eu publiquei um artigo que diz que os cães podem detectar câncer nos humanos. Além de serem os melhores amigos do homem, eles também prestam maravilhosos serviços, mas, como retribuição, o ser humano vem com essa “novidade” que  vem causando muita discussão.

Essa, que eu disse, trata-se de uma cirurgia muito praticada nos EUA, principalmente em Nova Iorque, e que vem causando polêmica. É a cordectomia, procedimento cirúrgico que consiste em remover as cordas vocais dos cães, através de uma pequena incisão de poucos centímetros. A justificativa dos donos é que como cada vez mais estão morando em apartamentos menores e bem mais próximos do centro devido ao crescimento da cidade e o trabalho, os latidos irritam os vizinhos, e a melhor solução encontrada foi essa cirurgia, em vez de abandonar seus bichos. O recomendado seria andar com o animal, fazê-lo correr e se exercitar para deixá-lo calmo, mas muitos alegam falta de tempo.

Dizem os veterinários que não há alteração nenhuma no cão, ele apenas sussura ao invés de latir, e que  esse procedimento pode ser comparado ao popular corte de orelhas que se faz também.

Agora eu pergunto, se o latido é uma forma deles demonstrarem ameaça ou alegria, como fica esse comportamento? Será que isso já não é  mais um capricho do homem, que modifica a natureza dos bichos e adapta a seu bel-prazer? Ou é apenas mais um procedimento veterinário normal?



Fonte: Metro.
Leia mais...

4 de fevereiro de 2010

Saiba um pouco sobre para-raios

Antes de ir diretamente aos para-raios, vale lembrar que o Brasil é o campeão mundial de incidências de descargas elétricas, cerca de 60 milhões de raios por ano. No planeta a estimativa é de 100 raios por segundo. Os grandes centros urbanos estão sujeitos a grandes números de raios por serem considerados “ilhas de calor”, devido às grandes construções e a pouca área verde, favorecendo tempestades. Por isso, é importante uma instalação e manutenção corretas dos para-raios.

Para ficar mais simples de entender como funciona o para-raios, vamos começar pelos próprios raios:

  • Raio e trovão

Raio

O raio, que é a descarga elétrica, é formado basicamente pela atração das cargas elétricas opostas entre as nuvens (cargas negativas) em relação ao solo (cargas positivas). Esse caminho percorrido, que pode ser tanto da nuvem pro solo quanto do solo pra nuvem, cria uma espécie de deslocamento de ar, fazendo com que ele se esquente demais, provocando uma expansão e produzindo um som, no caso, o trovão. No caso de raios entre nuvens ou dentro de uma única, não há formação de trovões. Um raio pode atingir as incríveis marcas de 125 milhões de volts (tensão elétrica), 200 mil ampères (corrente elétrica, e o fator elétrico mais perigoso) e 25 mil graus celsius. Pra se ter uma idéia, 0,5 ampères é o suficiente para matar uma pessoa.

  • O para-raios

O para-raios foi uma invenção de Benjamin Franklin no século XVIII. Ele descobriu um princípio físico chamado “poder das pontas”, onde pontas metálicas finas são capazes de favorecer a atração de raios, pois é nelas que mais se concentram cargas elétricas. Veja bem, ao contrário do que as pessoas pensam, metal em si não atrai raio, o que o atrai é a disposição dele na ponta do para-raios. Com isso, o raio é descarregado à terra por meio de um cabo aterrado, onde sua energia é dissipada.

  • Como saber se o para-raios é eficiente?

A fabricação e instalação do para-raios deve seguir a norma ABNT-NBR-5419, que trata da proteção de estruturas contra descargas elétricas. Veja um exemplo de instalação correta:

para-raio

O cabo que vai do captador à terra deve ser instalado com isoladores, de modo que ele não entre em contato direto com as paredes do imóvel. Também é importante observar a base e fixação do mastro pra ver se não há presença de ferrugem. No caso, é indicado parafusos de alumínio ou aço inoxidável. No mais, o dispositivo é bem simples.

Se você tem para-raios na sua casa, prédio ou estabelecimento comercial e tem dúvidas, consulte um eletricista ou um instalador especializado. Com as instalações corretas, você evita acidentes e fica protegido, sem ter com o que se preocupar.

E se você estiver num local aberto na hora de uma tempestade com raios, proteja-se dentro do carro, se for o caso, e nunca procure uma árvore pra se proteger. Se estiver num local muito aberto e isolado, agache-se e não deite-se no chão.  O abrigo de maior proteção sempre será um local de construção sólida.

Imagens: Defesa Civil - RJ

Leia mais...

1 de fevereiro de 2010

Como as enchentes prejudicam a todos?

Enchentes Pois bem, que a quantidade de chuvas no sudeste do Brasil é algo bem acima do normal, todo mundo já sabe. O problema não para por aí. Acontece que as perdas se estendem a todos.

Um exemplo é a alta nos preços de legumes e verduras. As fortes chuvas estão destruindo as plantações, o que faz a demanda ser maior que a oferta. Outro fator é o trânsito. Uma cidade como São Paulo, por exemplo, ter vias alagadas e intransitáveis em pleno horário de pico é um prejuízo financeiro muito grande, pois mercadorias deixam de ser entregues, negócios deixam de ser fechados e trabalhadores deixam de comparecer aos seus postos de trabalho. Isso sem contar as empresas que são alagadas, pois perdem seus estoques, equipamentos, ferramentas. O quantidade de lixo e entulho nas ruas das grandes cidades também contribui pra isso, e até as estradas são afetadas.

Agora, as grandes perdas realmente são as vidas. Com o grande déficit habitacional, muitas pessoas constroem casas em terrenos irregulares. Ocorrem os deslizamentos de terra, e os espaços vão ficando cada vez mais impermeáveis. Quem fica ilhado corre o risco de contrair inúmeras doenças. Famílias inteiras desabrigadas ficam sem ter aonde morar.

Como evitar isso? Será que está relacionado ao aquecimento global? Será que as cidades brasileiras não estão preparadas para isso?

O que desanima é que ouvi um professor da USP dizer que o problema das enchentes em São Paulo, por exemplo, parece não ter solução…

Leia mais...
 

Caixa do Junior Copyright © 2008-2010***Community is Designed by Bie

^