29 abril 2013

Tablet ou e-reader, qual o melhor pra você ler?

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Com uma variedade de tablets e e-readers no mercado, surge com eles a grande procura pela leitura. Mas para que o ato de ler seja agradável e prático, é preciso saber qual gadget é melhor e mais indicado ao seu perfil.

Pra ser mais ilustrativo e ajudar você leitor a não ter dúvidas na hora de se decidir, vamos abordar de uma maneira bem direta e objetiva as diferenças básicas entre um tablet e um e-reader.

Tablet

Tablet iPad


Se você é do tipo que lê ocasionalmente, não abre mão de ficar conectado à internet e às redes sociais e quer ter acesso às mais variadas livrarias online, sugiro à você a opção do tablet. Esses gadgets, apesar de servirem também para leitura, são voltados para leituras mais ocasionais. As telas de LCD desses dispositivos podem causar um certo cansaço nos olhos caso você venha a ler nele por um longo tempo. Mas a praticidade dele em obter vários exemplares de e-books de várias lojas online é um ponto a se considerar.
Outros pontos em questão são o preço e o peso do dispositivo. Dois quesitos que podem tornar a leitura desconfortável, nas mãos e no bolso.

E-reader

E-reader


Se você é do tipo que gosta muito de ler por várias horas, não quer ter as distrações que o acesso à internet pode provocar, e não quer gastar tanto, a melhor opção é um e-reader. Além disso, as telas desses dispositivos possuem uma luminosidade menor e não são reflexivas, o que garante um maior conforto aos olhos. As mãos e braços também agradecem, já que se trata de um aparelho mais leve.
Por outro lado, ele não possui a versatilidade de opções multimídia que um tablet tem, mas o e-reader não consome tanta bateria, e a velocidade de atualizações não é a mesma de um tablet, já que estes vem com sistemas operacionais (Android, iOS, Windows etc).

Enfim, não importa saber qual o melhor ou pior gadget para se ter uma base caso você seja um leitor de e-books. O importante é saber qual o que melhor se encaixa ao seu perfil.

Escolha o melhor pra você, e tenha boas leituras!



02 abril 2013

Aggregga, a alternativa brasileira ao Google Reader

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Como todos sabemos, o Google Reader está perto do fim. Entre algumas opções para substituir o serviço, surge também o Aggregga, uma alternativa brasileira que promete ser um diferencial nesse nicho de leitores de feeds.

Aggregga


Em meio a notícia que saiu sobre o fim do Google Reader, muitos se revoltaram e estão buscando alternativas ao serviço. Seguindo essa linha, três brasileiros tiveram a ideia de criar um leitor de feeds também, mas não um simples leitor. "O Aggregga torna o compartilhamento de informação bem mais simples e social, unindo o formato de comunicação via feed (rss) e as principais redes sociais. A ideia é basicamente reunir em uma ferramenta o leitor de feeds + relacionamento social, algo inédito no mercado," é o que diz o analista de comunicação digital Sandro Pereira, que desenvolveu o projeto com mais dois amigos, o webdesigner Jônatas Lima e o analista de sistemas Wesley David. Com isso, o Aggregga promete ser um diferencial na web por ser uma rede social e um leitor de feeds no mesmo serviço, onde seus amigos poderão ler o que você anda lendo, além de também poderem opinar e compartilhar os artigos. Para isso, é preciso criar um perfil dentro do serviço, podendo usar sua conta do Facebook, Twitter ou do próprio Google.

Outra coisa importante é que o Aggregga permite que você importe suas assinaturas do Google Reader. Para poder usar essa opção, é preciso acessar o Google Takeout e baixar uma pasta zipada onde você encontrará um arquivo XML para fazer o upload no Aggregga, tudo muito simples.

Por fim, o Aggregga chega ao mercado prometendo. A ideia de um leitor de feeds social é bem interessante. Compartilhar informação de canais que a gente gosta e ainda interagir com amigos, tudo isso no mesmo serviço, é uma ideia bastante simples e prática.

Para testar o serviço, acesse o Aggregga e, com o perdão do trocadilho, compartilhe sua experiência.






14 março 2013

O novo Papa e a obsoleta modernidade do Vaticano

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Jorge Mario Bergoglio é o novo sumo pontífice, sob o título de Papa Francisco I. E por ser o primeiro Papa latino-americano, chega rodeado de expectativas entre os fiéis e o Vaticano. Mas antes de ser mais específico nesse assunto, vamos primeiro a um outro fato que chamou a atenção.

Habemus Papam
Tuitada do Vaticano com emoticons

Nunca na história mundial um conclave foi tão noticiado e acompanhado através da internet. A modernidade tecnológica esteve bastante presente desta vez. Nas redes sociais pipocaram hashtags no Twitter. #FumaçaBranca, #HabemusPapam entre outras, dominaram consideravelmente os trending topics. No Facebook choveram links e imagens de notícias na timeline dos usuários, inclusive piadas pelo fato do pontífice ser argentino. O efeito Papa foi visto também até no Instagram. O próprio perfil responsável pela comunicação do Vaticano no Twitter aderiu a essas modernidades, postando emoticons de comemoração ao anúncio da escolha do Papa (imagem acima).

Mas se por um lado vemos a era digital sendo cada vez mais aderida pelos fiéis e o Vaticano, por outro vemos o próprio Vaticano estagnado no tempo, principalmente no trato sobre assuntos polêmicos como a união homoafetiva, o celibato e a ordenação feminina. Questões importantíssimas, que vão sendo "empurradas com a barriga", por causa de dogmas e ideais ultrapassados. E, apesar de ser mais moderado, o novo Papa também segue a linha conservadora de seu antecessor, o que acaba gerando expectativas por parte da sociedade mundial. Há até quem anda dizendo que ele foi omisso perante as atrocidades da ditadura argentina, mas isso é uma outra história.

Apesar de não ser católico, desejo sorte ao Papa Francisco I. Espero que o Vaticano lide com questões sociais e culturais com a mesma desenvoltura que lida com a tecnologia. Porque senão, essa modernidade toda acaba ficando obsoleta e desgastada.



04 fevereiro 2013

Como criar seu próprio tema no Chrome

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Você já imaginou personalizar seu navegador web a partir de uma imagem que goste muito? Pois isso é possível. Aprenda a criar seu próprio tema no Chrome, o navegador do Google.



É muito legal ter coisas personalizadas, e não podia ser diferente em querermos também um navegador personalizado. E com poucos cliques é possível fazer isso, guardar pra si ou compartilhar pra que outras pessoas usem também. Então, pra fazer isso, acompanhe esse pequeno tutorial:


  • Vá até a Chrome Web Store e instale o aplicativo Meu Tema do Chrome (My Chrome Theme). Depois clique em Abrir Aplicativo
  • Na página principal do aplicativo, clique em Iniciar a Criação de Seu Tema, no quadro azul.
  • Vão aparecer duas opções de imagens para ser trabalhada. Ou você faz upload de uma imagem que já possua ou poderá criar uma através de sua webcam. Depois, em clique em Prosseguir Para o Passo 2, no quadro azul.

  • Escolhida a imagem, você poderá editar a posição da imagem e poderá também aplicar efeitos predefinidos, como tom de sépia, preto e branco, entre outros. 

  • Depois de trabalhar com a imagem, escolha as cores das guias em uso e barra de tarefas, das guias em segundo plano e do entorno do navegador. Se preferir, escolha a opção Estou com Sorte, para definir as cores. Com o tema pronto, clique em Prosseguir Para o Passo 3.


  • Aparecerão duas opções, Instalar Tema e Compartilhar Tema. Na segunda, gerará um link do qual você poderá compartilhar com amigos para eles instalarem também.


Pronto, seu tema foi criado. Pra usar de exemplo, fiz um tema mais voltado para as meninas. Veja como ficou:


Veja que quando você instalar o aplicativo, um ícone será criado na página inicial do navegador, uma palheta de cores com um pincel. E todos os temas criados por você serão armazenados na parte de baixo da tela principal do aplicativo.

Espero que tenham gostado. O aplicativo é simples, mas vale pra personalizar seu navegador.



21 janeiro 2013

Gigantes do varejo de e-books podem alavancar literatura brasileira

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A entrada no Brasil de grandes empresas estrangeiras que comercializam e-books pode alavancar um segmento que há muito tempo anda em baixa, a venda de livros de literatura brasileira.

Exemplo de eBook Reader


Recentemente, foi verificado um grande aumento no Brasil de vendas de e-books, um segmento que até então era encarado como apenas um pequeno "atrativo" por partes das editoras. Mas com a entrado no mercado de gigantes do varejo como Kobo, Amazon e Google, além da crescente procura por e-readers e tablets, essa variedade cada vez mais vem ganhando importância no cenário comercial. Até aí, ótimo. Empresas vendendo, consumidor comprando, e viva o capitalismo! Mas com tudo isso, uma coisa ainda melhor pode acontecer.

Vocês se deram conta de que um pouco mais de 10 anos pra cá, começou a surgir um bum de artistas independentes que começaram a gravar seus próprios CDs sem necessitarem de um aporte de grandes gravadoras e distribuidoras, não é? Pois bem, esse processo dá sinais de vida também na literatura.

Hoje já é comum ver blogs de diversos assuntos, pegando um exemplo, oferecendo e vendendo e-books sem a necessidade de um aporte de uma grande editora. Isso pode ser o empurrão que faltava para aspirantes a escritores tomarem iniciativa de lançarem seus próprios trabalhos, de uma maneira independente, assim como os artistas da música. Ou seja, uma espécie de renascimento da literatura brasileira, sem trocadilhos. Veríamos os mais variados títulos e gêneros sendo lançados mês a mês, semana a semana, para todos os gostos.

Torço pra que essa tendência se transforme em uma realidade, pois a cultura brasileira ganharia muito com isso. Até porque quando os cantores e bandas tomaram essa inciativa, a música nacional passou a ser mais diversificada e ouvida. Quem sabe isso não aconteça também com a nossa literatura, onde brasileiros cada vez mais lerão brasileiros.

Concordam?



 
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