11 fevereiro 2009

A música para se ouvir e/ou a para dançar

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treble_clef_01_200x200 Muitos amantes da música hoje em dia batem e criticam ferozmente a qualidade dessa arte ultimamente, tanto por causa das letras como pelas melodias. Mas algumas que tem essa "suposta" pobreza de criatividade são feitas para que as pessoas acabem dançando. Será que é possível classificá-las desse jeito, para se ouvir ou para dançar, ou música é música?

Há quem diga e considere o funk carioca, por exemplo, como uma coisa que não pode ser chamada de música, mas como se chega a essa conclusão? Tudo que é dançante é música, não concorda?

E se a gente reparar, o inverso em alguns casos não se aplica. Nem toda música é dançante, é para exclusivamente se ouvir, penso eu. Apreciar uma orquestra sinfônica, como outro exemplo, é um ato de quem quer e gosta de ficar apenas "sentindo" sua melodia. Agora, se sairmos do campo genérico para ir ao específico, é quase certo que muitos vão achar que uma ópera tem mais valor cultural do que um funk. Mas a mesma visão de cultura que se tem no morro ou na periferia se tem no asfalto ou em uma área nobre? É um conceito muito relativo.

Eu, particularmente, não gosto de funk, mas as pessoas dançam, se divertem. Prefiro MPB ou um samba de raiz que, aliás, esse último é um exemplo que se aplica nos dois casos...

E você, o que acha?



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6 Comentários
Comentários

6 comentários:

  1. Olá, Júnior.

    De fato, não se deve analisar uma música tendo como critério o fato de ela ser dançante ou não. Além disso, como você mesmo falou, é relativo o conceito de cultura no que se refere à música.

    Eu prefiro julgar as músicas simplesmente por eu gostar ou não. Não gosto de funk nem pagode. Se há quem goste não discrimino, desde que ouçam bem longe de mim.

    Abraços.

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  2. Concordo com você quando diz, que o conceito cultural é relativo. Eu acredito na teoria, que a o som que a pessoa,ouve diz muito sobre sua personalidade e seu graú intelectual.
    O funk é música para se dançar, porém vejo muitas pessoas que ouvem funk dentro de um ônibus.
    Eu prefiro MPB, Blus e Classic Rock. Música eletrônica só em balada.

    PS. Obrigado pelo comentário em meu blog.

    Abraços!!!

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  3. A música é criticada em alguns casos, como o funk, sertanejo, forró, por sua pobreza melódica. Quase imperceptível a um leigo. Sem contar as letras que também são pobres. Mas música é arte, e o conceito disso está ligado muito ao convívio social de cada um. Eu defendo a liberdade de escolha. :)

    Um beijo

    Núbia - www.nubibella.com

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  4. A musica é arte, e o conceito disso esta ligado muito ao convivio social de cada um. e defendo a liberdade de escolha, sem contar as letras tambem sao pobres, quase imperceptivel a um leigo, a musica é criticada em alguns casos, como o funk, sertanejo, forró, por sua pobresa melódica. obrigada! bjs!

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  5. Olá, júnior. Passei em seu espaço e percebi seu aparente interesse pela música. Assim sou eu!
    Gostei pra caramba desse post. Contudo, eu, que sou eclético (em relação ao que gosto - rsrsrs), arrisco dizer que existem músicas que são voltadas para a musicalidade, e outras que são apenas...música. Partindo desse ponto de vista, tudo é música. Penso que independente da região, do língua e do nível em que se vive, quando o que é composto (tanto melodia, harmonia, ritmo ou letras)consegue modificar particularmente, quem ouve, deve ser respeitado e admirado.
    Um abraço em Sol+
    Vlw!

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