O governo francês decretou uma lei proibindo o download ilegal naquele país na última semana. Com isso, os provedores de acesso à internet são obrigados a informar os dados pessoais dos usuários que baixarem conteúdo protegido por direitos autorais. Como punição, o usuário fica impedido de acessar a internet por até um ano.
Depois desse decreto, começou a reação. Vários blogueiros franceses se uniram para fazer pressão contra essa lei. Alguns acusam o presidente Nicolas Sarkozy dizendo que ele elaborou a lei só para fazer um mimo a mulher, Carla Bruni, por ela ser cantora.
Agora é que entra a questão: muitos internautas defendem o livre compartilhamento de cultura pela rede, mas como gerar cultura sem custos, principalmente as ligadas a música e literatura?
Pior é a lei do senador Eduardo Azeredo, que estabelece uma espécie de controle total sobre o internauta, à la governo chinês.
Esse é um tema bastante polêmico. Como controlar o acesso indevido na internet? Através de pulso firme? Censura? Monitoramento? Leis? Vale lembrar que tudo que se cria, os mecanismos antidownload, são burlados mais cedo ou mais tarde, como já está acontecendo na França…


3 comentários:
Quero ver se for assim aqui no Brasil......
Acho que nem quero ver...melhor deixar quieto...Abafa!!!!
bj
É só os viados pararem de cobrar um preço estrondoso por vender produtos originais que a coisa, pelo menos, minimiza.
E esse negócio de rastrear rede é o diabo em bytes: eu faço download pirata e não nego mesmo. Todo mundo faz. E não quero que mude, porque pra mim tá bom. Tenho muito menos dinheiro do que o pessoal que vende cd aos montes por aí. Então não há nada mais justo, porque eles só perdem uma leve fatia do "incoming" mensal.
E aqui no brasil o pessoal não vai deixar com certeza!
Abraços e obrigado pela recomendação no diHITT!
Eu acho que transformar o internauta em marginal é a pior forma. Como minha musa Marisa Monte falou certa vez, antigamente eram discos bolachão, depois vinis, depois k7, CD e agora Mp3... independente do mercado a arte vive, entao se deve repensar a forma de lhe dar com a arte.
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