Aí eu faço a primeira pergunta: será que esse caso realmente é uma coisa tão importante assim a ponto de mobilizar advogados e políticos de um estado?
- A outra questão
Agora vem a segunda questão: se nunca foi provado absolutamente nada contra ele nesse sentido, porque demorou tanto pra reconhecerem isso por definitivo?
É por essas e outras que alguns políticos e pessoas de governo que exercem algum cargo de poder cada vez mais são postos à incredibilidade. A ociosidade, nos dois casos, faz com que a gente sinta que não tem mais nada melhor pra fazer, e quando tem, é “empurrada com a barriga” até o limite.
Uns se acaloram futilmente, quase como seres donos da razão, para inocentar um bandido morto a mais de 100 anos, enquanto outros demoraram 30 anos para evitar a condenação de um inocente…
Bom Ano Novo a todos!


3 comentários:
Me parece é que o ostracismo é o rei dos relativistas. Ou seja, nada melhor do que o tempo para apagar a memória recente e ajudar a deturpar ainda mais os fatos.
Quanto mais demora, maiores as chances de 'perdão'... as CPIs que o digam...
@qcferris
Olá, que surpresa você por aqui.
Pois é, cara. O tempo cura mas também deturpa, aliás, a mente é que deturpa.
Concordo contigo.
Abraços.
Isso me faz lembrar as novelas, que quando uma pessoa ruim morre - não necessáriamente um bandido - seus "inimigos" começam a perdoá-lo por suas atitudes e até a querer entender o seu lado. Eu acho que não é uma questão de tempo, mas sim uma questão de morte.
Enquanto a pessoa que causou algum dano, ou foi acusada injustamente, não morre, ela não será perdoada ou inocentada. Mas quando morre aí sim, as pessoas passarão a vê-la de uma outra forma.
Feliz 2011!
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