14 de setembro de 2011

O futuro da TV e da internet; integração?

A TV, depois do rádio, foi o veículo de comunicação mais popular já criado. E até hoje ainda é popularíssima. Mas com a tecnologia e novos conceitos de mídia com a internet, como será que se comportará a TV. Integração com a web, ou a morte?



O acesso a web no Brasil cresce a passos largos, mas não chega a ameaçar a audiência da TV, se é que dá pra comparar nesse sentido. A TV é usada coletivamente, a internet geralmente de um jeito meio individual. No PC, tablets, notebooks e afins, você tem acesso a milhões de tipos de conteúdos, já na TV você escolhe uma programação.

Bom, se for pra comparar essas duas formas de consumir entretenimento, o texto fica longo. Então, que tal pensarmos numa integração entre elas?

Serviços como o YouTube e o Vimeo, por exemplo, possuem uma enorme audiência de internautas. Assim como se assiste filmes e programas na TV, nesses sites é possível também fazer o mesmo. Muitos até dizem que preferem assistir pela web, e descartam a possibilidade de assinar TV paga. Mas assistir conteúdo desses serviços na TV também se mostra interessante, principalmente quando existem também serviços como o Netflix, recém chegado ao Brasil, e que oferece streaming de filmes, possibilantando assistí-los via web a qualquer hora, através de vários tipos de dispositivos.

Bom, mas como assistir conteúdo web na própria TV? A resposta está nas Smarts TV.

Smarts TVs são um novo conceito de interação e entretenimento, que mistura o conteúdo da TV comum com o conteúdo da web. No Brasil, a Samsung foi pioneira nesse conceito. É possível também usufruir de aplicativos de vários serviços tradicionais na web, e ter a experiência de interagir com eles na TV. Imagine isso aliado ao 3D.

Pra finalizar, vejo com bons olhos e com atenção essa integração entre TV e internet. Esse conceito tem tudo pra se popularizar, embora os preços das Smarts TVs ainda não sejam acessíveis a todos.

E não acredito na morte da TV. Disseram que seria o fim do cinema quando surgiram os filmes falados, que o rádio ficaria decadente, o vinil e a fita cassete morreriam também. Não sou louco de pensar na morte da TV...

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