Muito se fala em proibir alguns gêneros de games no Brasil, principalmente os tidos como "violentos". Será mesmo que eles são capazes de influenciar uma pessoa, ou é só mais uma hipocrisia?
Enfim, usar essa proibição como "caça às bruxas" e tentar mostrar que isso é a fórmula mágica para acabar com a violência no país não me parece ser a melhor forma. Isso força o desvio da atenção às principais e reais causas dela. Leis paternalistas como essa "infantilizam" e manipulam o povo. Cabe aos pais ter o direito de decidirem a que os filhos podem ter acesso.
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Corre no Congresso Nacional um projeto de lei, a PL 7320/210, do Deputado Federal Alfredo Kaefer (PSDB/PR) que pretende proibir a produção, importação, comercialização, locação e usos de cartuchos, CDs, DVDs e similares com jogos ou outros aplicativos para vídeo-games e computadores de uso público classificados como violentos. A lei atingiria as lan houses e casas de jogos eletrônicos, sob pena de multa ou detenção. Bom, lançados os devidos dados sobre o projeto, vamos a algumas questões:
- O direito à exposição de ideias
- Produção de games geram lucros
- A ótica hipócrita da lei
Enfim, usar essa proibição como "caça às bruxas" e tentar mostrar que isso é a fórmula mágica para acabar com a violência no país não me parece ser a melhor forma. Isso força o desvio da atenção às principais e reais causas dela. Leis paternalistas como essa "infantilizam" e manipulam o povo. Cabe aos pais ter o direito de decidirem a que os filhos podem ter acesso.



